terça-feira, 5 de outubro de 2010

Molde de gesso.

Molde é uma impressão negativa, geralmente em baixo-relevo, tirada a partir de um objeto. A função principal ao se fazer um molde é reproduzir o objeto original o mais fielmente possível.

Qual a importância do molde?

Hoje com a tecnologia avançada o molde foi deixado para trás. Quando fazemos um tratamento o registro é feito com fotos que é uma forma pratica. Porém, acredito que o molde não deve ser esquecido, pois para o cliente/paciente é muito interessante visualizar o progresso do seu tratamento e a credibilidade é maior.
Quando apresento a evolução através de foto o entusiasmo não é tão grande quanto a apresentação do molde. Por esse motivo acho interessante manter essa técnica.

Para quem não tem conhecimento o molde é utilizado nos casos de órtese ungueal (correção de unha). Ele é feito com alginato de sódio e gesso pedra.

Alginato – é um material encontrado na forma de um pó e que após ser misturado com água se transforma num material gelatinóide. É muito usado para se tirar moldes de partes do corpo, já que é de fácil preparo e de baixa toxicidade.

Gesso pedra – é um tipo de gesso mais resistente. Pode ser comprado colorido para fins de identificação. É usado originalmente por dentistas para se criar réplicas de arcadas dentárias de pacientes durante a fabricação de próteses dentárias. Deve-se evitar aplicar diretamente na pele. Este tipo de gesso é muito usado profissionalmente em efeitos especiais de maquiagem.

Como preparar o molde:

Após feita a mistura do alginato com a água, preencha um copinho descartável de café com a mistura e coloque a parte a ser moldada dentro da mistura e espere 3 minutinhos até secar totalmente. Retire o copinho sem danificar o alginato. Depois acrescente o gesso pedra misturado com água até preencher toda a cavidade. Após 4 horas o gesso estará seco, é só retirar o alginato e pronto está aí o seu molde.



Relaxe.

Para aliviar o estresse do dia-a-dia e reduzir a sensação de cansaço nada melhor que um relaxante escalda-pés. Com isso resolvi deixar algumas dicas para amenizar esse estresse.


Para começar uma automassagem, acenda algumas velas e coloque uma música bem relaxante.

Para quem tem acesso a óleos essenciais é uma ótima dica, pois a pele da região plantar (sola do pé) absorve rapidamente as propriedades dos óleos essenciais, o que torna o momento mais extremamente eficaz e prazeroso. Não esquecendo que esses óleos devem ser diluídos, se não podem causar irritação na pele. Como são muito caros e não muito fáceis de achar, deixe como opcional. Pois as ervas também darão bons resultados.
Bem, para um escalda-pés o ideal é que a água vá até o joelho, mas se não for possível, pelo menos que fique um pouco acima dos tornozelos.

O jeito certo de fazer o chá é esquentar bem a água e não ferver, adicionar as ervas tampar a panela e deixar descansar por uns 5 minutos e usar. A fervura “mata” as propriedades das ervas.

Escalda-pés relante:
Faça um chá com ramos frescos de alecrim e folhas de louro, coloque água quente em uma bacia acrescente ao chá, 2 colheres de sal grosso e aproveite (se quiser acrescente 3 gotas de óleo essencial de lavanda diluídos em 2 colheres de sopa de óleo de amêndoas ou mel).

Escalda-pés energizante:
Faça um chá bem forte com bastante hortelã fresco e paus de canela. Coloque o chá em uma bacia complete com água quente. Deixe os pés de molho até que a água esfrie. Procure respirar profundamente para aproveitar o delicioso aroma da mistura (se quiser acrescente 2 gotas de óleo essencial de laranja diluídos em 2 colheres de sopa de óleo de amêndoa ou mel).

Escalda-pés afrodisíaco (estimula emoções)
Faça um chá bem concentrado com pétalas de 4 rosas vermelhas e 1 fava de baunilha.Coloque água quente em uma bacia. Complete com o chá e mais uma xícara de chá de mel (se quiser acrescente 2 gostas de óleo essencial de ylang ylang diluídos em 2 colheres de sopa de óleo de amêndoa ou mel).

Obs.: A fava de baunilha pode ser encontrada facilmente no Mercado Municipal da sua cidade.

Dicas Importantes:
* A temperatura ideal da água é entre 35ºC a 40ºC, mas isso não vale para quem tem pressão baixa e diabético. “Quem tem tendência a hipotermia ou tem pressão baixa deve prestar atenção à temperatura da água, principalmente no verão”. Nesse caso a água precisa ser morna.

* Pessoas diabéticas não podem fazer escalda-pés devido a sensibilidade e o risco de queimaduras.

* Para pés inchados, uma opção é acrescentar sal grosso ou cânfora, que ativa a circulação.

Fonte: Pdgª. Deise Lima e site: ameixaamarela.com.br


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Auto massagem nos pés.


Todo mundo ama receber massagem, mas se dedica pouco ministrá-la nos outros. Uma formá rápida e independente de receber os benefícios do toque é fazer movimentos de pressão e estiramento nos dedos dos pés, procurando aliviar a tensão que se acumula durante o dia.
Começando da parte central, pressione pontos de dentro para fora dos pés, mantendo o movimento por alguns segundos antes de passar para outra região. Depois, massageie e estique cada dedo suavemente, percebendo como a musculatura, tendões e pele ficam irrigados confortavelmente. Para finalizar acaricie a parte superior de cada pé, em movimentos deslizantes e sucessivos feitos com as mãos, dos dedos para o alto dos pés. Com a circulação sanguínea equilibrada, você vai perceber que o corpo todo recebe a mensagem de desacelerar e o relaxamento vem mais rapidamente, conduzindo a uma noite mais bem dormida.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010





Caso: Paciente do sexo masculino, 43 anos, tetraplégico há mais de 10 anos após um tiro na coluna em acidente de trabalho. Apresentando pé isquêmico, com pouca sensibilidade, descamação e lâminas comprometidas com muita maceração e onicomicose (?).

Tratamento: Devido a isquemia o tratamento é feito basicamente com anti-sepsia do membro com álcool a 70% e SF 0,9%; curetagem, onicotomia e lixamento das lâminas e finalizando com hidratação. Esse tratamento é feito semanalmente.

Infelizmente esse paciente não tem nenhum tipo de tratamento de fisioterapia devido ao abandono pelos familiares e a instituição onde se encontra não tem verbas para esse tipo de serviço.

Não foi utilizado nenhum tipo de medicamento paliativo para a onicomise por não ser permitido pela instituição.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Caso de queratose

(antes do tratamento)

Caso: Paciente de 26 anos do sexo masculino apresentando calosidade excessiva e descamação em toda a região plantar devido ao stress.

Tratamento: Higienização com solução pédica, aplicação de emoliente, desbaste com lâmina de bisturi descartável nº 20 e lixamento com lixa plantar nº 180. Após o procedimento foi feito uma esfoliação e aplicação de Homeopast com oclusão de filme PVC durante 15 minutos. O tratamento foi finalizado com homeocreme. O retorno será de 20 dias e foi indicado o uso diário do Homeopast.

O paciente foi orientado sobre a utilização de calçados e meias e a procurar um Clínico Geral para exames de rotina e verificar principalmente a taxa de ácido úrico. Ele já faz terapia com Psicólogo devido ao stress.

(depois do tratamento)


Infelizmente esse paciente abandonou o tratamento na 2ª sessão.

Não remova a cutícula!!!



Todas as pessoas, quando vâo fazer uma sessão de podologia pela primeira vez, perguntam: " Você não vai tirar a cutícula? Gosto dela bem tirada!".

O eponíquio, nome anatômico e fisiológico da cutícula, serve como um dos mais importantes mecanismos de defesa de nossos membros superiores (mãos) e inferiores (pés) contra invasão bacterianas do meio externo no nosso corpo.
Protege-nos também contra a penetração de agentes químicos irritantes, como produtos de limpeza (sabão, cloro, água sanitária, etc.), que causam grande incômodo e podem levar a níveis insuportáveis de inflamação.

Localizado na parte arrendondada do colo da unha, na direção da matriz (raiz), o eponíquio funciona como um tampão, uma cortina da pele do dedo caída sobre a lâmina da unha, impedindo que formas de vida não reconhecidas pelo nosso corpo venham a nos invadir. A maioria das pessoas desconhece o fato de que as unhas não crescem na ponta, mas dentro dos dedos, a partir da raiz, deslocando toda a unha já existente para a ponta.
As unhas não são grudadas nos dedos. Aderem a eles por um processo de união, mas deslizam permanentemente em direção às extremidades, enquanto crescem. Sob as unhas existe um tecido muito sutil e muito sensível, que se desloca facilmente, mas tem a capacidade de aderir de novo, sem grandes problemas. Quando removemos o eponíquio, o organismo rapidamente o repõe num ato de preservação de sua segurança.

Como as pessoas possuem o hábito de retirar a cutícula quase toda semana, nem sempre o corpo consegue nos salvar. Quando isso ocorre, alguns problemas se verificam:

- Pequenos sangramentos costumam infeccionar.

- A umidade excessiva causa a presença de fungos, que ali se instalam inflamando o local.

- A sensibilidade do local aumenta.

- Ocorre paroníquia, conhecida comumente como "unheiro".

Considerada a nítida desvantagem dos pés em relação às mãos (os pés vivem confinados em calçados fechados), imagine com que facilidade aquirem tais patologias e com que dificuldade se livram delas. A frequência regular de atendimento podológico e o abandono do hábito de reitar a cutícula regridem o quadro patológico, reinstalando a condição saudável dos pés.

Fonte: Podologia - Técnicas de trabalho e instrumentação no atendimento de patologias dos pés - Paulo Piedade.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Caso de Onicoatrofia.

(antes do tratamento)


Caso:Paciente de 34 anos do sexo feminino apresentando onicoatrofia no 2º e 3º podo, devido a trauma na infânica que afetou a matriz ungueal.

Tratamento: É de difícil recuperação, pois afetou totalmente a matriz da unha. É feita a higienização do local e colocação de prótese acrílica. O retorno é feito sempre que houver necessidade, nesse caso quando cair a prótese.

(depois do tratamento)